"...Enquanto não existir crítica fotográfica que revele essa ambiguidade do código fotográfico, a intenção do aparelho prevalecerá sobre a intenção humana...", Flusser traz novamente essa reflexão de quem está sendo dominado, e isso depende muito de quem está manuseando a máquina, se for uma pessoa que usa o aparelho a seu favor para eternizar cenas, se desafiar e realmente jogar o jogo para tornar a caixa preta mais transparente, esse terá controle sobre a máquina, já aquele que utiliza a fim de registrar fotografias sem o intuito da crítica, que não tem intenção nenhuma de decifrar os códigos, de se aperfeiçoar/brincar, será dominado pelo aparelho e ser apenas funcionário. É claro que sabemos a dificuldade de fazer o diferente dentro das várias limitações da máquina, mas acredito que é isso que deveria impulsionar mais ainda o fotógrafo, descobrir maneiras de inovar e transmitir... "...Liberdade é jogar contra o aparelho...", essa frase do texto nos remete a ...
Comments
Post a Comment