Filosofia da Caixa Preta - Capítulos 1, 2 e 3

     Começo essa postagem logo com a frase "...Imagens oferecem aos seus receptores um espaço interpretativo: símbolos “conotativos”...", a maneira como Flusser nos leva a refletir sobre as fotografias e como nos dirigimos a elas é intrínseco para a compreensão do objeto imagem, e mais uma vez a alienação do homem pelo funcionamento do objeto em questão é pautado, é importante usar a máquina para além daquilo que ela foi projetada "...a sociedade se divide em duas classes: os que usam as máquinas em seu próprio proveito, e os que funcionam em função de tal proveito...", descobrir novas potencialidades do aparelho faz a diferença entre um fotografo que busca jogar/brincar se desafiar, de um que apenas tira fotos, assim como o exercício proposto a nós em sala, com apenas uma câmera de telefone e papel, foi preciso criatividade para uma foto de sombra e luz, mas não fotografando o objeto em si, mas utilizando ele a nosso favor para criar sombra e luz. O abstrato, a imaginação para que aconteçam é preciso deixar a textolatria de lado por um momento, "...Os textos não significam o mundo diretamente, mas através de imagens rasgadas...", Flusser apoia seu ponto nas fotografias que conversam com o mundo e as pessoas.




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