Filosofia da Caixa Preta Capítulos 7, 8 e 9
Nesse capitulo Flusser descreve a fotografia na visão de quem a recebe, do receptor, como lidamos com ela, a imagem fotográfica quando chegadas a nós é passível de transformações, podemos dobrar, amassar, rasgar... porém tal desprezo revela nosso ponto de vista pela imagem, Flusser da exemplo de fotografias tiradas, como a de guerras, todas são passivas de interpretações e perspectivas diferentes, a maneira como cada pessoa vai se sentir ao vê-las, vai de cada um, cenas fortes de guerra muitas vezes tentam nos passar a sensação de estar naquele lugar, e nos empatizar com os acontecimentos, infelizmente de destruição e de deploração quanto sociedade e humanidade. Muitas fotografias possuem um artigo acompanhando-as, entretanto esses textos podem induzir, traduzir as imagens aos telespectadores, e não faze-los pensar por si próprios sobre a ilustração, "... Não é o
artigo que “explica” a fotografia, mas é a fotografia que “ilustra” o artigo...". A imagem ilustra o conceito, cenas a partir de conceitos, que assumem como realidade (mundo, relação, causa e efeito) a produção não é um processo para recepção, mas todo o processo envolvido, criando instruções para outras pessoas produzirem, não estar só no universo da caixa preta, gerar informações para outras pessoas e depois elas geram outras coisas. Esse tipo de filosofia sobre fotografias faz se necessário, questionar sobre a funcionalidade dos aparelhos, e as imagens que produzimos, nossas intenções, e como elas irão impactar os telespectadores.
Comments
Post a Comment