Dialogando "Animação Cultural" e " O dilema das redes"

    A "Animação cultural"- texto de Flusser, e "O Dilema das redes"- documentário da Netflix, abordam o mesmo tema por perspectivas iguais, porém vistos em lados opostos: o dominador e o subordinado, o texto narra a "gloriosa" revolução iniciada por objetos, até então, inanimados do nosso cotidiano, afirmam serem os promissores da nossa alienação (agora, animadores culturais da sociedade), humanidade tomada pela dependência em aparelhos, principalmente os eletrônicos. Associado a esse tema o documentário demonstra o lado do ser humano, e realmente reforça a mesma critica debatida na produção textual, as máquinas/internet foi programada para manipular as pessoas, para vender, lucrar, sendo um ciclo vicioso, que por meio dos próprios objetos criados por ele, é abatido e dominado. Os objetos estão tomando o nosso espaço, trocamos experiências da vida, tempo com a família e amigos, saúde mental e física por horas em conversas via WhatsApp, compras online, redes sociais... O mais engraçado/preocupante de tudo isso, é que o ser humano sabe disso, e mesmo assim se deixa ser combatido, espero que nossos valores se sobressaiam, e que passadas as gerações futuras possam deixar de comportar em função do funcionamento dos objetos e utiliza-los mais a ser favor. 



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